De volta à infância sem perder o charme: jardineiras e salopetes Plus Size

31 de outubro, por Mariana Rodrigues

O post de hoje tem duas peças chave que a maioria das meninas que cresceu nos anos 80 e 90 usou. Práticas e versáteis, as jardineiras e salopetes voltaram com tudo. A maioria é jeans, mas algumas também apareceram em brim pra dar cor à peça queridinha. Quando a gente acha que as tendências dos anos 90 já se esgotaram, aparece mais alguma e fica difícil resistir – ainda mais como se trata de algo tão confortável!

Como quase tudo que chega às araras, a procura por essas peças em tamanhos maiores acabou levando mais um tempinho. Demorou , mas agora você pode encontrar tanto jardineiras quanto salopetes com facilidade em lojas virtuais e físicas. As jeans são mais clássicas, mas tem também outras bem bacaninhas, confeccionadas em brim ou sarja coloridos.

Uma das coisas mais bacanas dessas peças é a versatilidade. Não importa o seu estilo, elas combinam com qualquer tipo de roupa! Combinando com uma blusinha ou camiseta no seu estilo, sapatos e acessórios, ela fica perfeita com um look esportivo, clássico ou romântico. Sem falar no conforto, pois geralmente é uma peça mais soltinha – e as jardineiras ainda te permitem uma mobilidade maior sem pagar calcinha. Com o verão chegando, vale muito a pena colocar as pernocas pra jogo com uma dessas peças, viu?

Coloquei alguns looks meus usando jardineiras e salopetes pra dar uma inspirada!

A primeira jardineira eu comprei semana passada na Leader Magazine, custou R$119,00 e era tamanho 54 – as roupas plus size lá vão até o tamanho 56. A segunda é a minha salopete linda que comprei na Posthaus (Compre aqui a jeans clara igual a minha e aqui a jeans escura), também tamanho 54 e custou R$129,00. A terceira é antiguinha, comprei na Rouge Marie e não tem mais dela lá. A última eu não comprei, só experimentei! É da linha Plus Size da Forever 21, o tamanho é 5G (veste mais ou menos 54) e custa R$149,00.

Eu quero! Onde compro?

Não seja por isso, dá só uma olhada nas peças lindas que eu separei pra vcs!

1 – Salopete preta Quintess, na Posthaus -> Compre aqui 

2 – Jardineira jeans Quintess, na Posthaus -> Compre aqui

3 – Salopete bordô Quintess, na Posthaus -> Compre aqui

4 – Jardineira Jeans da Rouge Marie -> Compre aqui

Agora é só escolher a sua preferida e se sentir de volta à infância!

 

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A chegada da coleção Plus Size na Forever 21 do Rio de Janeiro

29 de outubro, por Mariana Rodrigues

Demorou, mas chegou! Quando as gordas cariocas já tinham praticamente desistido de pedir,  a Forever 21 foi lá e -TEY! – trouxe uma coleção Plus Size maravilhosa para arrasarmos no próximo verão aqui no Rio de Janeiro! Eu sabia que a Forever+ – linha plus size da varejista gringa – chegaria na loja do Village Mall aqui até dezembro, mas foi meio no susto que eu ontem recebi a notícia de que as peças haviam chegado na sexta. Guardei a notícia bem guardadinha pra contar tudo pra vocês!

Primeira alegria: não, não se trata só de uma arara no canto com roupas jogadas. Gente, são cerca de dez araras só com roupas do GG ao 5G  ou do 12 ao 18. São vários estilos também: tem coisas básicas, fashionistas, peças com pegada mais glam, tendências, roupas pra trabalhar e pra badalar.  Muita moda com perfil mais jovem também, que o mercado plus size brasileiro é muito carente.

Foquem nas calças em tons neon!

Os preços são equivalentes à maioria das roupas da linha de moda regular. Não dá pra considerar baratinho de uma maneira geral, mas também passa longe do que muitas marcas plus size cobram nas suas peças. Tem t-shirts a partir de R$50,00, blusinhas de tecido a partir de R$55,90. Vi muitos modelos de shorts jeans, os que olhei variavam entre R$99,00 e R$120,00. Vi vestidos a partir de R$99,00 e as calças (jeans, flare, coloridas) custavam a partir de R$149,00. Lembrando que o que é caro/barato pra mim, pode não ser pra você, então o ideal é dar uma conferida nas peças pra ver se vale a pena ou não comprar, tá?

Fiz uma live lá no meu Instagram, e eu parecia um filhote de cachorrinho correndo pra todos os lados, animada e em busca de conhecer e dividir com minhas leitoras e seguidoras todas as novidades, haha! Experimentei também alguns looks para dar uma prévia do que vocês encontrarão por lá, peguei peças que eu compraria – mas só comprei duas, #chati.

 

A saia jeans tamanho 5G. Ela ficou bem justa, mas não curto muito. A brusinha é 5G e ficou mega folgada, então creio que a 3G serviria bem. A segunda blusa foi paixão a primeira vista, o tamanho é 5G, mas acho que a 4G serviria também – eu curto uma roupa folgadinha, hehe. A terceira é uma t-shirt 3G, com um shortinho 5G.

Muita gente me perguntou por jardineiras, mas só achei essa salopete fofa lá. Essa é 5G (eu encurtaria um pouco a saia e diminuiria as alças, mas no quadril ficou certinho). O vestido do meio é de viscose, 5G também, mas ficou super folgado atrás, então acho que o 4G seria ideal. Eu amei real esse vestido, espero vê-lo em uma liquidação (alô black friday, rs). O último vestido é de malha e eu coloquei uma jaqueta jeans oversized por cima. Ambos 5G, achei as modelagens pequenas.

Essas foram as duas peças que amei e levei! Shortinho jeans claro com a barra desfiada e blusa ciganinha com pompons!

 

Vale a pena “viajar” para a Barra da Tijuca pra conhecer a coleção plus size da Forever 21? Vale muito! Principalmente se você curte uma moda mais despojada e jovem. Eu vou esperar a black friday pra dar um pulinho lá e tentar garantir umas roupinhas pro fim do ano. Ah, espero também que a loja traga sua linha Plus Size de moda praia, que também é incrível e tem modelos maravilhosos.

 

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Minhas impressões sobre o casamento do ano ❤

16 de outubro, por Mariana Rodrigues

Engana-se quem pensa que eu vou dar detalhes do casamento da Marina Ruy Barbosa. Embora o casamento dela tenha sido comentado à exaustão – do kit dado aos padrinhos às vestimentas dos convidados -, aqui nesse espaço, o casamento mais badalado do ano foi o meu, no último dia 30. Eu e Diego gastamos algumas (muitas) cifras a menos, mas, assim como na celebração da atriz, não faltou felicidade por todos os cantos.

Meu grande sonho da vida sempre foi ter uma festa de casamento com tudo o que tinha direito. Com o tempo, fui percebendo que o que era mais importante na comemoração é que ela traduza o relacionamento dos noivos, que faça com que as pessoas se divirtam e celebrem o real sentido de estarem ali.

Rolou uma saga com a previsão do tempo. Escolhi casar em um sítio em meio à uma floresta urbana no Rio, e chover não era uma opção na minha cabeça. Desde o início de agosto eu monitorei a previsão do tempo, e, na primeira vez que deu chuva, eu chorei demais. Na semana do casamento eu acalmei meu coração e aceitei a previsão de 80% de chuva. Ate eu me surpreendi por ter lidado tão tranquilamente, mas boto na conta de santa clara, que não clareou o céu, mas clareou meu coração. A maior questão era a contratação das tendas cristal, que custavam quase o dobro do que nos foi informado. Um gasto desses na semana do casamento é estressante (claro, se você não for a Marina Ruy Barbosa, rs) e gera uma tensão absurda.

Faltando 20 dias para a festa, vi que não estava satisfeita com os doces e chocolates que o buffet oferecia, contratei chocolates com a Ana Foster, é só os chocolates custaram mais que o sitio abateu por todos os doces. Não pensamos duas vezes e resolvemos nós mesmos fazer os doces, já que grande parte da nossa festa foi bancada pelo nosso trabalho na Brigadeiro & tal.

Passamos a semana inteira fazendo e enrolando doces com a ajuda de um dos padrinhos. Foram 650 doces, mais os 400 chocolates que compramos. Fizemos docinhos de chocolate meio amargo, capuccino, côco com damasco, pistache, limão siciliano, queijo parmesão com goiabada e nozes. Eu me mudei na semana do casamento, ainda tava me acostumando à nova casa e tava uma zona total, mas incrivelmente deu tudo certo.

No dia anterior à festa, eu fui ao sitio à tarde levar algumas coisas e acompanhei o pessoal começando a montar nossa festa.  Dei uma olhada nos arranjos que estavam prontos e eles estavam lindos, como eu sonhei! Voltei à noite para levar mais coisas e fiquei encantada com grande parte do sítio pronto pra minha festa. Eu tava 100% calma e certa de que daria tudo certo. As mesas estavam lindas, o muro inglês estava perfeito e com uma iluminação maravilhosa!

No dia do casamento, eu acordei mau humoradíssima. Passei praticamente a semana inteira dormindo pouco, e privação de sono acaba comigo! Além disso, odeio ficar parada, então a ideia de passar três horas parada com alguém me maquiando e arrumando o meu cabelo era sacal. Eu só amoleci quando a fotógrafa perguntou sobre o que tinha sido feito por nós ou por familiares e amigos.

Além dos doces, que já citei acima, fiquei emocionada quando lembrei que meu pai passou a semana fazendo geleia para colocarmos nos potinhos de lembrança. Foram usadas 80 mangas e 240 maracujás!!! Um dos padrinhos fez os convites e menus. Outra madrinha cuidou do RSVP. Os vidros com flores das mesas e os vasinhos que colocamos as suculentas de lembrança foram feitos pela minha tia. Outra madrinha fez o bolo e metade dos bem-casados. Tudo ali tinha energia e trabalho das pessoas q fazem parte da nossa história e isso era muito importante pra gente. Ali eu comecei a ficar ansiosa e a ficha caiu que havia chegado a hora de desfrutar de todos os meses de planejamento, trabalho e economia.

Chorei mais ainda quando meu pai me trouxe o buquê e a tiara, que estavam exatamente como eu sonhei. Coincidentemente tocava “Como nossos pais” enquanto minha mãe abotoava meu vestido, e aí, mais lágrimas. Eu já tava com vergonha de toda hora ter que retocar a make. Chovia muito e não rolou fazer as fotos ao ar livre no jardim do meu condomínio, infelizmente. Eu também não tava na vibe, a ansiedade me consumia, eu queria encontrar logo todo mundo e já estava morrendo de fome, hahaha.

Já pronta, fui informada que minha prima (que foi madrinha) e minha vó, que levou as alianças ainda não tinham chegado. A essa altura eu já tava ansiosa demais e fui pro sítio assim mesmo. Quando cheguei, elas já estavam lá, o sítio tava lotado e eu pude acompanhar do alto a entrada dos padrinhos. Na primeira batida da música eu já chorei muito! Ainda bem que a maquiadora tava lá em cima comigo, retocando sempre que necessário.

Na hora da minha entrada, nada mais importava. Eu não queria mais o guarda-chuva transparente, eram apenas chuviscos e eu encarei com tranquilidade. Eu chorava muito, e quando olhei pros convidados, tava todo mundo muito emocionado, o que só fui entender quando olhei pro Diego. Ele estava em prantos, e só de lembrar enquanto escrevo, me emociono. Nós estávamos transbordando felicidade e isso passou para todos os nossos convidados, gente. Eu nunca havia visto isso em nenhum casamento que fui convidada. Quem não chorou na nossa entrada, não aguentou ao ver minha avó entrando com as alianças – foi sem dúvida o ponto alto da nossa cerimônia.

A cerimônia foi linda, com rituais que escolhemos juntos e discursos dos nossos amigos celebrantes sobre respeito e cumplicidade. Nossos votos também foram emocionantes, eu olhava para os padrinhos e todo mundo chorava horrores. Nesse ponto eu já nem lembro se chovia, não fazia mais diferença… eu só conseguia olhar pro Diego e sentir que estávamos plenos em nossa felicidade. Nada mais importava naquele momento. Foi uma cerimônia não convencional, mas cheia de amor e preparada com muito carinho pra nós e pra todos que compartilharam esse momento com a gente.

Sobre a festa… Olha, todo mundo duvidou, mas eu e Diego comemos, bebemos e nos divertimos demais! Sentamos pra almoçar – como uma boa noiva do povo, comi bastante farofa enquanto bebia espumante -, e enquanto isso a maquiadora prendeu meu cabelo e retocou a maquiagem. Os fotógrafos/cinegrafistas também sentaram pra comer nessa hora – me preocupei se todo mundo que tava trabalhando tava comendo bem. Nos emocionamos muito na primeira dança, e depois, o DJ foi incrível! Durante o planejamento da festa, confesso que fiquei insegura por ser uma festa pós-almoço, mas o pessoal estava super animado. A pista bombou do início ao fim (o DJ teve que encerrar, senão ninguém saía da pista), e minha vó aos 80 anos roubou a cena, dançando todas-as-músicas!!! Ela é essa senhorinha de branco que aparece nas fotos dançando e também tentando pegar a garrafa de Chandon que eu joguei pras amigas, é mole?

No fim, só pude agradecer pela chuva e pelo tempo fresco, que, além de darem charme ao lugar que eu escolhi, foram providenciais pra que meus convidados não morressem escaldados. A Natureza é muito sábia mesmo, só nos resta confiar e aceitar.

Vi muitos casamentos enquanto planejava o meu. Me senti insegura muitas vezes achando que a minha festa não teria graça diante de tanta coisa diferente e luxuosa que vi. Mas nossa comemoração imprimiu bem nossa vida e o que construímos juntos até aqui, e isso foi passado para os nossos convidados de uma maneira espetacular. Prova disso foi ouvir de tanta gente que aquele casamento estava “a minha cara”. Foi, sem sombra de dúvidas, o momento mais feliz e mágico da minha vida até hoje e eu sou muito grata por ter vivido tudo aquilo ao lado de pessoas tão especiais.

Ainda não recebi fotos oficiais, então todas as fotos que ilustram esse post foram tiradas por amigos meus durante a festa e postadas com a hashtag #aquelecasamento. Espero que vocês curtam o teaser do vídeo do nosso grande dia e sintam pelo menos um pouquinho da alegria que transbordou lá ♥

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O amor próprio deveria ser a ponta do iceberg na militância gorda

6 de outubro, por Mariana Rodrigues

Depois de um hiato causado pelo combo reforma em casa + mudança + casamento, voltei. Nesse espaço de tempo, aproveitei para ler bastante, além de observar discussões em fóruns diversos. O sentimento que eu tenho é que estamos, com raras exceções, como aqueles cachorros que ficam correndo atrás do próprio rabo. Sem avanços, indo a lugar nenhum.

Pelo menos toda semana em algum grupo eu vejo alguém postar uma selfie ou foto em frente ao espelho. A legenda, na maioria das vezes, fala sobre o quanto é importante se amar e se achar linda (o), mesmo que a sociedade te diga o contrário. Na maioria das vezes, esse discurso vem de pessoas que passam por pressão estética

As discussões acerca da gordofobia nunca foram só sobre isso.

“-Doutor, eu fui empalada!

– Você provavelmente se sentirá melhor se perder peso”

 

Claro que é importante se amar, se admirar. Mas, até aí, o mundo tá cheio de gente padrão que se odeia, que “se vê” de uma maneira completamente distorcida. É importante sim mostrar que existe mulheres além das modelos que tem a autoestima nas alturas. Mas quando falamos de gordofobia, amor próprio é quase a ponta do iceberg. Aceitar o próprio corpo e ver beleza nele muitas vezes é o pontapé inicial para a luta real contra a gordofobia, mas não deve ser nunca o ponto final.

“Se achar feia” não é nada quando existem pessoas que são privadas de seus direitos básicos apenas por serem gordas.

Enquanto a gente discute a foto de fulana que se acha gorda, tem uma pessoa realmente gorda sendo negligenciada nos consultórios médicos, sendo indicada erroneamente para cirurgia bariátrica ou tendo diagnóstico de “obesidade” sem investigar outros pontos da saúde além do peso;

Enquanto a gente comenta “arrasou miga que linda” na selfie de cueca do cara que “quebra padrões”, empregos são negados às pessoas gordas, as deixando cada vez mais à margem da sociedade;

Enquanto as pessoas estão aplaudindo campanha com modelo tamanho 48 por “representatividade”, tem gente com seu direito de ir e vir sendo cerceado ao não conseguir passar na catraca do metrô ou do ônibus.

Precisamos parar de olhar só pra gente ou pra nossa bolha e entender que a luta é pelo coletivo. Infelizmente se achar linda em nada vai fazer com que seu médico te respeite, e mesmo que você use um cropped com sua barriga de fora, as cadeiras de plástico ainda podem continuar quebrando se você sentar nelas. Empoderar uma mulher gorda é muito mais que falar sobre a beleza dela, é mostrá-la que ela deve lutar pelos seus direitos, questionar a sociedade gordofóbica. Vamos evoluir no discurso. Já ganhamos parte da publicidade,  estamos conseguindo notoriedade no campo da moda e da beleza… já passou da hora de entendermos que não é só sobre beleza, e sim sobre direitos!

 

 

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Cinco tendências de primavera-verão já adotadas por marcas Plus Size

23 de agosto, por Mariana Rodrigues

Vem chegando o verão… embora esse frio não tenha dado trégua – não consigo lembrar de um inverno tão gelado quanto esse que estamos passando agora -, os olhares fashionistas já estão todos voltados para as tendências que vão bombar na temporada de primavera-verão tropical. Não tem como não perceber que exatamente tudo esteve presente no início dos anos 2000 – incluindo as cores mais usadas pela diva teen da época, Sandy. As lojas já estão lotadas de referências e cada vez mais as marcas plus size tem acompanhado para oferecer essas opções também para mulheres maiores! Confira aqui cinco tendências e onde encontrá-las:

Biquinis em tons rosé/nude

Sim, os tons nudes estarão em alta na temporada. O rosa chá, aqueles tons de blush e nudes/marrons (o azul serenity também continua em alta) vão tomar as praias e piscinas no verão. A Renner lançou uns modelos de moda praia lindíssimos, mas, infelizmente ainda não vi nada parecido na grade da Ashua. Já a Cor de Jambo deu largada para a estação mais quente, com quatro peças nesse estilo para a gente escolher como combinar.

Minissaia jeans

Avisei nesse post aqui que os anos 2000 estariam de volta, e a minissaia entre as tendências é a prova real disso. Eu usei muuuuuuuita minissaia durante a minha adolescência, mas não sei que rolou comigo que não consigo mais usar. Não tenho mais paciência para ficar me policiando ao sentar, com medo da saia subir, etc. Posso pagar a língua lá na frente? Fatalmente, rs. Mas por enquanto, não é algo que me cativa, não. A Chica Bolacha lançou em julho a coleção basic, que tem entre suas peças, uma minissaia jeans bem gracinha.

Blusa de um ombro só

Eu particularmente não curto muito esse tipo de corte, não fico confortável, até porque essas blusas geralmente são mais apertadinhas. Fizeram muito sucesso em tecidos de poliéster em 2004, agora aparentemente estão de volta em versões mais clássicas. A Ashua lançou uma versão mais social para a tendência que tá voltando com tudo para as vitrines.

Franja em tudo

A fase cowgirl chega pra todas, e parece que primavera-verão será a temporada das franjas nas peças feitas em jeans/brim. A combinação clássica barra “pescando” + franjas também vai estar em alta. Eu adoro barra de short jeans desfiada, mas é só. Acho que vou passar batida nas tendências dessas estações, viu? A Ashua apostou que o babado é certo e colocou pra venda duas peças com essa pegada polêmica: uma jaqueta jeans com franjas e também uma calça jeans skinny com a barra desfiada.

Costela de adão

Já falei sobre costela de adão nesse post aqui e também no Hoje Vou Assim Off. Algumas marcas Plus Size foram espertas e deram um jeito de incluir a folha queridinha dos fashionistas para essa primavera em suas coleções, como esse vestido lindo da Quintess (à venda na Posthaus e na Amaryllis).

Entre os acessórios, itens de plástico como cintos e bolsas (quem me acompanha no Instagram sabe que eu vivo mostrando essas coisas no stories durante minhas visitas à F21), e qualquer coisa com pompons de pelinhos fará sucesso. Sim, os acessórios já estão gritando ANOS 2000 em letreiros de neon e é questão de tempo estarmos nos entregando à eles, tá?

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