Minhas impressões sobre o casamento do ano ❤

16 de outubro, por Mariana Rodrigues

Engana-se quem pensa que eu vou dar detalhes do casamento da Marina Ruy Barbosa. Embora o casamento dela tenha sido comentado à exaustão – do kit dado aos padrinhos às vestimentas dos convidados -, aqui nesse espaço, o casamento mais badalado do ano foi o meu, no último dia 30. Eu e Diego gastamos algumas (muitas) cifras a menos, mas, assim como na celebração da atriz, não faltou felicidade por todos os cantos.

Meu grande sonho da vida sempre foi ter uma festa de casamento com tudo o que tinha direito. Com o tempo, fui percebendo que o que era mais importante na comemoração é que ela traduza o relacionamento dos noivos, que faça com que as pessoas se divirtam e celebrem o real sentido de estarem ali.

Rolou uma saga com a previsão do tempo. Escolhi casar em um sítio em meio à uma floresta urbana no Rio, e chover não era uma opção na minha cabeça. Desde o início de agosto eu monitorei a previsão do tempo, e, na primeira vez que deu chuva, eu chorei demais. Na semana do casamento eu acalmei meu coração e aceitei a previsão de 80% de chuva. Ate eu me surpreendi por ter lidado tão tranquilamente, mas boto na conta de santa clara, que não clareou o céu, mas clareou meu coração. A maior questão era a contratação das tendas cristal, que custavam quase o dobro do que nos foi informado. Um gasto desses na semana do casamento é estressante (claro, se você não for a Marina Ruy Barbosa, rs) e gera uma tensão absurda.

Faltando 20 dias para a festa, vi que não estava satisfeita com os doces e chocolates que o buffet oferecia, contratei chocolates com a Ana Foster, é só os chocolates custaram mais que o sitio abateu por todos os doces. Não pensamos duas vezes e resolvemos nós mesmos fazer os doces, já que grande parte da nossa festa foi bancada pelo nosso trabalho na Brigadeiro & tal.

Passamos a semana inteira fazendo e enrolando doces com a ajuda de um dos padrinhos. Foram 650 doces, mais os 400 chocolates que compramos. Fizemos docinhos de chocolate meio amargo, capuccino, côco com damasco, pistache, limão siciliano, queijo parmesão com goiabada e nozes. Eu me mudei na semana do casamento, ainda tava me acostumando à nova casa e tava uma zona total, mas incrivelmente deu tudo certo.

No dia anterior à festa, eu fui ao sitio à tarde levar algumas coisas e acompanhei o pessoal começando a montar nossa festa.  Dei uma olhada nos arranjos que estavam prontos e eles estavam lindos, como eu sonhei! Voltei à noite para levar mais coisas e fiquei encantada com grande parte do sítio pronto pra minha festa. Eu tava 100% calma e certa de que daria tudo certo. As mesas estavam lindas, o muro inglês estava perfeito e com uma iluminação maravilhosa!

No dia do casamento, eu acordei mau humoradíssima. Passei praticamente a semana inteira dormindo pouco, e privação de sono acaba comigo! Além disso, odeio ficar parada, então a ideia de passar três horas parada com alguém me maquiando e arrumando o meu cabelo era sacal. Eu só amoleci quando a fotógrafa perguntou sobre o que tinha sido feito por nós ou por familiares e amigos.

Além dos doces, que já citei acima, fiquei emocionada quando lembrei que meu pai passou a semana fazendo geleia para colocarmos nos potinhos de lembrança. Foram usadas 80 mangas e 240 maracujás!!! Um dos padrinhos fez os convites e menus. Outra madrinha cuidou do RSVP. Os vidros com flores das mesas e os vasinhos que colocamos as suculentas de lembrança foram feitos pela minha tia. Outra madrinha fez o bolo e metade dos bem-casados. Tudo ali tinha energia e trabalho das pessoas q fazem parte da nossa história e isso era muito importante pra gente. Ali eu comecei a ficar ansiosa e a ficha caiu que havia chegado a hora de desfrutar de todos os meses de planejamento, trabalho e economia.

Chorei mais ainda quando meu pai me trouxe o buquê e a tiara, que estavam exatamente como eu sonhei. Coincidentemente tocava “Como nossos pais” enquanto minha mãe abotoava meu vestido, e aí, mais lágrimas. Eu já tava com vergonha de toda hora ter que retocar a make. Chovia muito e não rolou fazer as fotos ao ar livre no jardim do meu condomínio, infelizmente. Eu também não tava na vibe, a ansiedade me consumia, eu queria encontrar logo todo mundo e já estava morrendo de fome, hahaha.

Já pronta, fui informada que minha prima (que foi madrinha) e minha vó, que levou as alianças ainda não tinham chegado. A essa altura eu já tava ansiosa demais e fui pro sítio assim mesmo. Quando cheguei, elas já estavam lá, o sítio tava lotado e eu pude acompanhar do alto a entrada dos padrinhos. Na primeira batida da música eu já chorei muito! Ainda bem que a maquiadora tava lá em cima comigo, retocando sempre que necessário.

Na hora da minha entrada, nada mais importava. Eu não queria mais o guarda-chuva transparente, eram apenas chuviscos e eu encarei com tranquilidade. Eu chorava muito, e quando olhei pros convidados, tava todo mundo muito emocionado, o que só fui entender quando olhei pro Diego. Ele estava em prantos, e só de lembrar enquanto escrevo, me emociono. Nós estávamos transbordando felicidade e isso passou para todos os nossos convidados, gente. Eu nunca havia visto isso em nenhum casamento que fui convidada. Quem não chorou na nossa entrada, não aguentou ao ver minha avó entrando com as alianças – foi sem dúvida o ponto alto da nossa cerimônia.

A cerimônia foi linda, com rituais que escolhemos juntos e discursos dos nossos amigos celebrantes sobre respeito e cumplicidade. Nossos votos também foram emocionantes, eu olhava para os padrinhos e todo mundo chorava horrores. Nesse ponto eu já nem lembro se chovia, não fazia mais diferença… eu só conseguia olhar pro Diego e sentir que estávamos plenos em nossa felicidade. Nada mais importava naquele momento. Foi uma cerimônia não convencional, mas cheia de amor e preparada com muito carinho pra nós e pra todos que compartilharam esse momento com a gente.

Sobre a festa… Olha, todo mundo duvidou, mas eu e Diego comemos, bebemos e nos divertimos demais! Sentamos pra almoçar – como uma boa noiva do povo, comi bastante farofa enquanto bebia espumante -, e enquanto isso a maquiadora prendeu meu cabelo e retocou a maquiagem. Os fotógrafos/cinegrafistas também sentaram pra comer nessa hora – me preocupei se todo mundo que tava trabalhando tava comendo bem. Nos emocionamos muito na primeira dança, e depois, o DJ foi incrível! Durante o planejamento da festa, confesso que fiquei insegura por ser uma festa pós-almoço, mas o pessoal estava super animado. A pista bombou do início ao fim (o DJ teve que encerrar, senão ninguém saía da pista), e minha vó aos 80 anos roubou a cena, dançando todas-as-músicas!!! Ela é essa senhorinha de branco que aparece nas fotos dançando e também tentando pegar a garrafa de Chandon que eu joguei pras amigas, é mole?

No fim, só pude agradecer pela chuva e pelo tempo fresco, que, além de darem charme ao lugar que eu escolhi, foram providenciais pra que meus convidados não morressem escaldados. A Natureza é muito sábia mesmo, só nos resta confiar e aceitar.

Vi muitos casamentos enquanto planejava o meu. Me senti insegura muitas vezes achando que a minha festa não teria graça diante de tanta coisa diferente e luxuosa que vi. Mas nossa comemoração imprimiu bem nossa vida e o que construímos juntos até aqui, e isso foi passado para os nossos convidados de uma maneira espetacular. Prova disso foi ouvir de tanta gente que aquele casamento estava “a minha cara”. Foi, sem sombra de dúvidas, o momento mais feliz e mágico da minha vida até hoje e eu sou muito grata por ter vivido tudo aquilo ao lado de pessoas tão especiais.

Ainda não recebi fotos oficiais, então todas as fotos que ilustram esse post foram tiradas por amigos meus durante a festa e postadas com a hashtag #aquelecasamento. Espero que vocês curtam o teaser do vídeo do nosso grande dia e sintam pelo menos um pouquinho da alegria que transbordou lá ♥

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O amor próprio deveria ser a ponta do iceberg na militância gorda

6 de outubro, por Mariana Rodrigues

Depois de um hiato causado pelo combo reforma em casa + mudança + casamento, voltei. Nesse espaço de tempo, aproveitei para ler bastante, além de observar discussões em fóruns diversos. O sentimento que eu tenho é que estamos, com raras exceções, como aqueles cachorros que ficam correndo atrás do próprio rabo. Sem avanços, indo a lugar nenhum.

Pelo menos toda semana em algum grupo eu vejo alguém postar uma selfie ou foto em frente ao espelho. A legenda, na maioria das vezes, fala sobre o quanto é importante se amar e se achar linda (o), mesmo que a sociedade te diga o contrário. Na maioria das vezes, esse discurso vem de pessoas que passam por pressão estética

As discussões acerca da gordofobia nunca foram só sobre isso.

“-Doutor, eu fui empalada!

– Você provavelmente se sentirá melhor se perder peso”

 

Claro que é importante se amar, se admirar. Mas, até aí, o mundo tá cheio de gente padrão que se odeia, que “se vê” de uma maneira completamente distorcida. É importante sim mostrar que existe mulheres além das modelos que tem a autoestima nas alturas. Mas quando falamos de gordofobia, amor próprio é quase a ponta do iceberg. Aceitar o próprio corpo e ver beleza nele muitas vezes é o pontapé inicial para a luta real contra a gordofobia, mas não deve ser nunca o ponto final.

“Se achar feia” não é nada quando existem pessoas que são privadas de seus direitos básicos apenas por serem gordas.

Enquanto a gente discute a foto de fulana que se acha gorda, tem uma pessoa realmente gorda sendo negligenciada nos consultórios médicos, sendo indicada erroneamente para cirurgia bariátrica ou tendo diagnóstico de “obesidade” sem investigar outros pontos da saúde além do peso;

Enquanto a gente comenta “arrasou miga que linda” na selfie de cueca do cara que “quebra padrões”, empregos são negados às pessoas gordas, as deixando cada vez mais à margem da sociedade;

Enquanto as pessoas estão aplaudindo campanha com modelo tamanho 48 por “representatividade”, tem gente com seu direito de ir e vir sendo cerceado ao não conseguir passar na catraca do metrô ou do ônibus.

Precisamos parar de olhar só pra gente ou pra nossa bolha e entender que a luta é pelo coletivo. Infelizmente se achar linda em nada vai fazer com que seu médico te respeite, e mesmo que você use um cropped com sua barriga de fora, as cadeiras de plástico ainda podem continuar quebrando se você sentar nelas. Empoderar uma mulher gorda é muito mais que falar sobre a beleza dela, é mostrá-la que ela deve lutar pelos seus direitos, questionar a sociedade gordofóbica. Vamos evoluir no discurso. Já ganhamos parte da publicidade,  estamos conseguindo notoriedade no campo da moda e da beleza… já passou da hora de entendermos que não é só sobre beleza, e sim sobre direitos!

 

 

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Cinco tendências de primavera-verão já adotadas por marcas Plus Size

23 de agosto, por Mariana Rodrigues

Vem chegando o verão… embora esse frio não tenha dado trégua – não consigo lembrar de um inverno tão gelado quanto esse que estamos passando agora -, os olhares fashionistas já estão todos voltados para as tendências que vão bombar na temporada de primavera-verão tropical. Não tem como não perceber que exatamente tudo esteve presente no início dos anos 2000 – incluindo as cores mais usadas pela diva teen da época, Sandy. As lojas já estão lotadas de referências e cada vez mais as marcas plus size tem acompanhado para oferecer essas opções também para mulheres maiores! Confira aqui cinco tendências e onde encontrá-las:

Biquinis em tons rosé/nude

Sim, os tons nudes estarão em alta na temporada. O rosa chá, aqueles tons de blush e nudes/marrons (o azul serenity também continua em alta) vão tomar as praias e piscinas no verão. A Renner lançou uns modelos de moda praia lindíssimos, mas, infelizmente ainda não vi nada parecido na grade da Ashua. Já a Cor de Jambo deu largada para a estação mais quente, com quatro peças nesse estilo para a gente escolher como combinar.

Minissaia jeans

Avisei nesse post aqui que os anos 2000 estariam de volta, e a minissaia entre as tendências é a prova real disso. Eu usei muuuuuuuita minissaia durante a minha adolescência, mas não sei que rolou comigo que não consigo mais usar. Não tenho mais paciência para ficar me policiando ao sentar, com medo da saia subir, etc. Posso pagar a língua lá na frente? Fatalmente, rs. Mas por enquanto, não é algo que me cativa, não. A Chica Bolacha lançou em julho a coleção basic, que tem entre suas peças, uma minissaia jeans bem gracinha.

Blusa de um ombro só

Eu particularmente não curto muito esse tipo de corte, não fico confortável, até porque essas blusas geralmente são mais apertadinhas. Fizeram muito sucesso em tecidos de poliéster em 2004, agora aparentemente estão de volta em versões mais clássicas. A Ashua lançou uma versão mais social para a tendência que tá voltando com tudo para as vitrines.

Franja em tudo

A fase cowgirl chega pra todas, e parece que primavera-verão será a temporada das franjas nas peças feitas em jeans/brim. A combinação clássica barra “pescando” + franjas também vai estar em alta. Eu adoro barra de short jeans desfiada, mas é só. Acho que vou passar batida nas tendências dessas estações, viu? A Ashua apostou que o babado é certo e colocou pra venda duas peças com essa pegada polêmica: uma jaqueta jeans com franjas e também uma calça jeans skinny com a barra desfiada.

Costela de adão

Já falei sobre costela de adão nesse post aqui e também no Hoje Vou Assim Off. Algumas marcas Plus Size foram espertas e deram um jeito de incluir a folha queridinha dos fashionistas para essa primavera em suas coleções, como esse vestido lindo da Quintess (à venda na Posthaus e na Amaryllis).

Entre os acessórios, itens de plástico como cintos e bolsas (quem me acompanha no Instagram sabe que eu vivo mostrando essas coisas no stories durante minhas visitas à F21), e qualquer coisa com pompons de pelinhos fará sucesso. Sim, os acessórios já estão gritando ANOS 2000 em letreiros de neon e é questão de tempo estarmos nos entregando à eles, tá?

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Precisamos repensar nossa relação com a comida

26 de julho, por Mariana Rodrigues

Ultimamente tenho participado de discussões bem bacanas sobre a nossa relação com a comida, que anda lado a lado com a relação com o corpo. Com o surgimento desenfreado de dietas cada vez mais restritivas, muitas vezes fazer uma refeição é ativar gatilho de culpa e medo. Sensações como o cheiro da comida pronta, a água na boca ao ver a fumacinha saindo e a felicidade de estar satisfeito após comer tem ficado de lado.

Não sei se já comentei por aqui, mas adoro receber amigos em casa. Tenho paixão por cozinhar, adoro livros de receitas, passo horas pensando em um cardápio que vá agradar ao paladar de todos os meus amigos. Restrições como vegetarianismo e alergias são sempre respeitadas e tem substituições preparadas com o mesmo carinho. Mas não entra na minha cabeça, não consigo entender uma pessoa que rejeita qualquer comida simplesmente pelo medo de engordar. Se compulsão é sinônimo de descontrole, excesso de restrição também não me parece algo, digamos, saudável.

Comida é narrativa social. Sorte de quem tem lembranças da família em volta da mesa no natal, daquela festa que tinha um buffet incrível ou daquele almoço em que uma ótima oportunidade de negócio foi fechada. Aquele café da manhã na cama preparado pelo (a) companheiro (a). Comida serve para comemorar, para acalentar, traz memórias afetivas. Cadernos de receitas muitas vezes são heranças familiares. Eu descobri inúmeras coisas que não sabia sobre mim quando comecei a cozinhar, sabe? É triste demais ver pessoas queridas demonizando uma refeição.

Outra coisa que me preocupa e deixa chateada é o tal  do “dia do lixo”, termo usado pela galera fitness e seus seguidores para se referir aos dias que saem da dieta. Será que faz sentido pra essas pessoas chamar aquela lasanha da vovó ou a comida que qualquer pessoa tenha preparado com carinho pra você de lixo, só porque ela foge do que você está habituado a comer? Nunca rolou comigo, mas me magoaria demais receber alguém pra almoçar ou jantar na minha casa no considerado “dia do lixo”. E mais importante que a questão afetiva: creio que ninguém para pra pensar que tem gente realmente revirando o lixo para se alimentar e no quão indigno isso é.

Eu já fiz dietas restritivas e não tive uma boa experiência. Lembro exatamente de estar em uma low carb e ir a uma festa de aniversário onde estavam servindo um rodízio de pizzas e eu não comi nada. Refrigerante e cerveja, nem pensar. Gente, se eu pudesse voltar no tempo… Eu sou o tipo de pessoa que come de tudo – de jiló aos sanduíches do Mc Donald’s- e optei por uma alimentação equilibrada, comida feita em casa (adorava levar marmita quando trabalhava fora), mas não nego uma sobremesa, um convite pra jantar ou pra uma cervejinha de vez em quando. Meu corpo e minha mente agradecem o meu equilíbrio alimentar.

Será que um jantar vai te fazer engordar? Vale a pena recusar um momento de diversão/confraternização pra não passar vontade? E por que não parar pra pensar nessa repulsa em engordar?

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Chá de panela e alerta tendência de moda e decoração

18 de julho, por Mariana Rodrigues

Aproveitei a chegada dos meus 30 anos (no último dia 29) e a proximidade com o casamento para fazer duas festas em uma: reuni familiares meus e do Diego para comemorarmos meu aniversário e o nosso chá de panela. Modéstia à parte a decoração ficou linda e as nossas fotos, que estão longe de serem profissionais, não fazem jus à decoração real! Foi uma festa low budget, ou seja, com um baixo orçamento, poupamos em tudo o que conseguimos e muita coisa foi feita com a ajuda de família e amigos, já que dons artísticos não faltam por aqui!

Escolhemos o tema tropical chic para dar um empurrão nas ideias. Nossa paleta de cores era composta por um rosa tipo ‘rosé quartz’, um verde escuro ‘cor de folha’ e toques de dourado, no estilo ‘ouro monarca’. Os elementos de destaque eram três: flamingo, abacaxi e costelas de adão.

🚨 Alerta tendência 🚨

Nunca fui muito ligada à coisas de decoração e paisagismo, mas agora que tô indo para a minha casa e lidando com reformas e projetos, venho percebendo como o ciclo de tendências de moda e decoração são complementares. A folha vem desde o ano passado conquistando espaço dos vasos aos vestidos. Tudo indica que a primavera-verão será com surra de costela de adão pra todo lado!

🚨 Fim do alerta 🚨

Todas as tendências foram intensamente pesquisadas no Pinterest (clica aqui e me segue!) e no Google. Como em todo o restante do casamento, Diego participou ativamente da lista de presentes à decoração, passando também pelo cardápio. Alugamos o salão de festas do condomínio dos meus pais e botamos a mão na massa com a ajuda da nossa família e amigos.

Para dar uma bossa especial aos copos de plástico transparentes, comprei cola plástica e glitter e mandei ver! Alguns amigos adoraram fazer esses copos, no final tinha glitter até onde o sol não bate, rs. Minha tia fez um aro de folhas, com bambolês verdes e folhagens baratinhas que encontrei na CADEG. Alugamos também quatro suqueiras, onde colocamos pink lemonade, mate, batida de côco e batida de maracujá.

Botamos também canudinhos nos copos, pra dar mais charme

Para a mesa do bolo, um painel de pallets, uma mesa no formato cavalete e louças de porcelana. Tudo saiu por cerca de R$350,00. Estava pronta a “base” da nossa mesa de bolo. Complementei com doces comprados em um grupo de rodada de descontos – que é tipo um Peixe Urbano de festas no Facebook, rs. Como sempre, exagerei nos doces. Compramos bombons, macarrons, cake pops, palha italiana, suspiros e quindins – esses últimos nem couberam na mesa. Ainda fizemos quase 200 brigadeiros!

O bolo e os biscoitos são um capítulos à parte. A Carol é uma das minhas melhores amigas e está à frente da A Doçaria, fazendo o melhor bolo que já comi na vida. Não bastasse ser o melhor sabor, é também o mais lindo. Era incrível a reação das pessoas ao descobrirem que o bolo era t-o-d-o  c-o-m-e-s-t-í-v-el. Os biscoitos decorados, idem. Confesso que fiquei com pena de comer, haha. Eu e Carol conversamos sobre esse bolo por dias até chegarmos em uma conclusão, e, como confio no trabalho dela de olhos fechados, dei total autonomia pra que ela fizesse o que achasse melhor. O resultado foi incrível, gente!

Além do maço de folhagens, comprei na CADEG também folhas de costela-de-adão. Cada maço com 10 folhas enormes custou R$10,00, eu comprei dois e uma amiga ajudou espalhando pelo painel de pallets, dando um efeito final maravilhoso na área da mesa do bolo!

Não tenho fotos das comidinhas, mas optamos por servir coisas que se servem na praia. Minha madrinha fez empadinhas, minha outra tia fez esfihas. Eu e meus amigos fizemos sanduíches naturais e espetinhos caprese. Preparei também dadinhos de tapioca com queijo coalho, que foram sucesso. E meu pai, exagerado, comprou salgadinhos e ainda fez linguiça na chapa pro pessoal comer com mini pão francês.

Optamos por não fazer brincadeiras e deixar a galera à vontade pra bater papo ou dançar. Foi uma tarde/noite super divertida, ganhamos muuuuuuuuuuuuuitos presentes e só aumentou a ansiedade para a festa de casamento. Quem tiver oportunidade, faça o chá. É tão gostoso reunir todo mundo, jogar conversa fora e ainda aplacar a ansiedade para o grande dia… Eu não me arrependo nem um pouco por ter feito!

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